Publié par fara



Angop
Bispo da Igreja Tocoista, Afonso Nunes
Bispo da Igreja Tocoista, Afonso Nunes
Luanda - Com o alcance da paz a 4 de Abril de 2002, o mundo tem os olhos postos em Angola, constituindo uma referência internacional, afirmou o bispo da Igreja de Nosso Senhor Jesus Cristo no Mundo (Tocoista), Afonso Nunes.
 
Em entrevista à Angop a propósito dos ganhos da paz em Angola após 11 anos, o líder religioso realçou em várias intervenções que tem escutado no exterior do país tem ouvido elogios do desempenho do Executivo angolano em relação ao desenvolvimento.
 
“Ao longo deste período passos significativos foram dados e o mundo está a olhar o nosso país com outros olhos, com muita expectativa e temos acompanhado várias intervenções mesmo fora onde as várias personalidades tem elogiado bastante o desenvolvimento que Angola tem alcançado durante os últimos 11 anos”, sublinhou.
 
Na óptica do bispo Afonso Nunes, ao longo dos 11 anos o país se ergueu dia após dia com a execução de várias obras de impacto socioeconómico, facto que tem contribuído para a melhoria do nível de vida das populações.
   
Realçou que “durante o período de guerra não se podia circular, não havia condições para evangelizar, nem para construir templos, nem para  desenvolver as actividades quotidianas e hoje com a paz se consegue circular de Cabinda ao Cunene, do Moxico a Benguela sem quaisquer constrangimento, seja de dia ou de noite, conseguindo atingir o nível de desenvolvimento em termo de Igreja que antes nunca tinha alcançado”.
 
De acordo com o líder religioso “apesar da pobreza é necessário reconhecer que 11 anos depois do fim do conflito armado muita coisa mudou, somente em relação a malnutrição durante o período de guerra nós tínhamos em vários cantos do país crianças malnutridas, mas hoje quando viajamos para o interior quase que não conseguimos ver uma criança malnutrida”.
 
“Hoje a Igreja 11 anos depois do alcance da paz pode fazer um balanço positivo, porque está a crescer em todas as vertentes sociais, eclesiásticas, espirituais, assim como também em termos de número de fiéis”, considerou.


                                                                                                   

                                                                                                                                                                Angop

 


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