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Verdade sobre a Venezuela e suas eleições democráticas: o presidente Maduro, o homem que enfrenta o Establishment  americano que matou Hugo Chávez

 

Desde 2015, a Venezuela passa por momentos difíceis economicamente e politicamente falando, não por causa da incompetência do governo mas pela desestabilização permanente causada por uma oposição fascista, radical em colusão ou cumplicidade com o último império maldito da história humana, os Estados Unidos juntos com seus aliados europeus. Um império, que é em decadência para deixar o lugar à China, primeira potência econômica e política
daqui há alguns anos. É neste contexto do desafio que o povo venezuelano maduro, consciente reelegeu para um mandato de 6 anos, o presidente Maduro, herdeiro do falecido presidente Hugo Chávez.

No dia 5 de março de 2013, o mundo ficou surpreso com a morte do presidente da república bolivariana da Venezuela, Hugo Chávez, morto de um câncer, após dois anos de luta contra essa doença estranha. Hugo Chávez era reconhecido como um homem anti imperialista, com um falar franco e direto e uma eloquência incontestável. Foi o homem, militar humilde, que chegou ao poder democraticamente em 1998, após ser preso pelo golpe de 4 fevereiro de 1992.

Ele herdou de um país com uma desigualdade enorme, uma pobreza extrema da classe trabalhadora, uma minoria marginalizada sem educação e sem visibilidade na vida política nacional como os afrodescendentes, os indígenas, os venezuelanos de descendente árabe, enquanto de outro lado, havia e ainda há uma classe média e alta privilegiada, empresarial, a maioria de descendência europeia, proprietária dos meios da produção, do capital em colusão com os empresários dos Estados Unidos, dando de graça ou seja de um preço muito
barato o petróleo venezuelano, controlado pelos mesmos Estados Unidos.

Quando Hugo Chávez chegou ao poder em 1998 sub bandeira socialista, tudo começou a mudar com as classes marginalizadas: o petróleo, recurso estratégico se tornou sub controle do governo com a empresa estatal PDVSA. Governando no período no boom do petróleo no mundo com um barril de 110 dólares, Chávez distribuiu a renda com toda a população da Venezuela com a instauração da educação pública grátis para todo o mundo, programas de

ajudas sociais para os mais pobres, aumento dos salários, construção das escolas,
melhoramento do sistema dos transportes, extensão do sistema de saúde com a construção dos postos de saúde nas comunidades como favelas, a chegada dos médicos cubanos, conhecidos como os melhores no mundo e iniciou uma experiência única e inédita na toda América, o programa Grande Viviendas, que é a construção de alojamentos sociais confortáveis distribuídos de graça aos mais pobres da população. Tudo isto foi feita com a alegria da maioria, mas com o rancor da classe média e alta que viam nisso, seus privilégios caírem.
Portanto, necessitava um golpe para tirar o Chávez de poder, como foi o golpe fracassado de 2002 liderado pelo opositor fascista Capriles, financiado pelos Estados Unidos, esse Capriles se treinou politicamente nos cursos de reciclagem do partido republicano dos EUA e ainda vai para lá receber instruções do partido republicano e recebe também do lobby sionista, pois ele de
descendência maternal judaica da Polônia.

O chavismo sendo uma máquina, um fenômeno do povo, pois a maioria é chavista a tal ponto, todas as eleições foram vencidas pelo chavismo em 12 anos da revolução em 2010. Foi assim que o império norte americano com seu presidente Bush filho naquela época, este que foi o verdadeiro inimigo de Chávez, decidiram envenenar ele(o Chávez), o Lula do Brasil, ambos da mesma doença: câncer, que veio de nenhum lugar. As fontes secretas norte americanas, afirmam que Chávez e Lula foram envenenados pela água na assembelia geral da ONU em Nova Iorque sob recomendação da Administração Bush daquela época. A consequência disso é que, alguns anos após, Chávez foi diagnosticado com câncer do cérebro, o mesmo ano o Lula também foi diagnosticado com a mesma doença mas nomeadamente o cancer da garganta.

O primeiro não resistiu, morreu, pois já se desenvolveu no corpo, e o segundo, o câncer ainda era no início, portanto com a medicina preventiva, conseguiu controlar e resistir até hoje, mas ele ainda tem,e quando ele(o Lula) fala nos encontros políticos, não pode passar uma hora sem beber água. E tudo isto, é bem conhecido nos meios ou lugares de poder chavista sem ilusão, só para evitar as acusações sem provas materiais, e para evitar de dar um falso motivo da invasão, que o mais sábios dos chavistas ficam calados, dando uma resposta mais nacionalista e mais cuidadosa de se aproximar deste império maldito norte americano.

Chávez, já sabendo a morte dele como por intuito ou como na moral cristã diz que a pessoa pronta a morrer, seu espírito já sabe que seu tempo chegou, o Chávez já designou seu herdeiro constitucional: Nicolás Maduro, que naquela época, era o vice presidente executivo. E quando analisamos essa escolha não foi feita por acaso, Maduro é um revolucionário maduro, consciente como seu sobrenome indica, ele já fez provas dele, durante seu mandato como deputado, presidente da Assembleia Nacional, canciller ou ministro das Relações
exteriores durante 8 anos, batendo recorde da toda história política da Venezuela neste posto, e vice presidente executivo. Maduro é um chavista de sangue, leal ao Chávez sem ilusão, um estratégico. Como ele mesmo, o presidente Maduro, se sentindo ameaçado com o referendo revocatório, escolheu como vice presidente executivo, um jurista brilhante, o ex governador
do Estado da Aragua Tareck Al Aissimi, descendente dos sírios, nascido na Venezuela, muito duro para defender a revolução bolivariana.

Após a morte de Hugo Chávez, em Abril de 2013, conforme à escolha del comandante supremo de la revolución, Maduro, jovem socialista, foi eleito de 50, 01% de votos , de pequena margem de diferença com o opositor fascista Capriles, que guardou o rancor. Assim, o presidente Maduro se tornou o primeiro presidente chavista da história da Venezuela, primeiro obreiro, sem diplomas universitários, dando uma lição à elite, que pensa que para ser presidente, precisa ter só diplomas universitários.

O presidente Maduro chegou ao poder a um momento da caída do barril do petróleo dois anos depois, e a um período de grande desestabilização política pela oposição fascista, racista e bárbara, financiada desde Miami nos Estados Unidos: sabotagem motins, violências, queimas dos afrodescendentes por causa da pele, etc... Até que essa oposição fascista ganhou as legislativas em 2015, piorando o clima político do país, com a convocação do referendo revocatório do presidente Maduro. Sendo um grande político sábio, conseguiu derrotar esse referendo com o bloqueio disto, pelo Supremo Tribunal da Justica. Em seguida veio de novo em 2017, os motins e as manifestações violentas da oposição fascista financiada pelos Estados Unidos, la Guarimba, como elas são chamadas em Venezuela. O presidente Maduro deu uma resposta fuerte nisso, colocando na rua para manter ordem, as forças armadas bolivarianas nacionalistas até acabar após três meses sucessivos deviolências fascistas da oposição. O objetivo dessas manifestações, era criar um caos para legitimar uma intervenção militar do império norte americano.

Ao mesmo tempo, começou a guerra econômica, os empresários nacionais em colusão com a oposição fascista, usou a economia para não exportar mais produtos da alimentação, e os produtos que estavam e que estão disponíveis subiram de um preço inexplicável chegando a uma hiperinflação extrema, tudo isto manipulado desde Miami, Washington com o único objetivo: derrubar um governo legítimo nacionalista para botar mão nos recursos naturais do país com as reservas mais importantes do petróleo, o cobalto, o cobre, o ouro com reservas tão importantes também, diamantes, etc... e fazer regressar todas as conquistas sociais da revolução bolivariana como o caso da Líbia, da Síria e agora com a Coreia de Norte, que eles(EUA) querem destruir usando a arma da malandragem do diálogo, como foi o caso com Gaddafi, antes de destruir ele. E para pacificar o país, o presidente Maduro, estratégico, ativou o artigo da constituição que convocava o poder constitucional originário para reescrever a constituição do país, guardando ao mesmo tempo a assembleia nacional fascista.

É necessário lembrar que, o presidente Maduro no seus primeiros cincos anos, apesar da guerra econômica, deu continuidade do grande programa dos alojamentos de graça, criou o carnê da pátria, um sistema que identifica as necessidades de cada cidadão, criou o plan Chamba Juvenil e os Claps, um sistema da distribuição de alimentos pelo governo uma vez por mês para responder ao escassez dos alimentos, constrói a universidade Martin Luther King, e várias obras públicas inauguradas.

Na fala da ex embaixadora da Argentina em Venezuela Alicia Castro, que foi para Venezuela durante as eleições presidenciais democráticas, ela dizia que há um documento que foi emitido pelo Departamento dos Estados Unidos em segredo, cuja cópia foi tirada pelos espiões, este
documento mencionava objetivos estratégicos dos Estados Unidos para aniquilar 6 países: China, Rússia, Irán, Irak e o único país da América latina nesta lista, é a Venezuela e para este país, outro objetivo é de impedir a extensão do legado do Chávez, mais uma vez, é claro que ele foi assassinado pelos Estados Unidos para colocar um político da direita fascista, afim de fazer da Venezuela, uma colônia gringa(o tipo germânico dos brancos dos Estados Unidos no jargão espanhol latino americano, diferente do jargão português brasileiro, no qual o gringo significa qualquer estrangeiro), como fala o próprio presidente Maduro.

Nessas eleições gerais de 20 de maio, os chavistas, conscientes, nacionalistas, com o legado de Simón Bolívar e do Chávez e da lembrança da pobreza extrema do passado devido à má gestão da direita antes que o Chávez chega ao poder, respondeu fortemente às agressões fascistas e ditatoriais dos Estados Unidos e da oposição fascista da direita com o voto de confiança e de blindagem a seu presidente humilde Nicolas Maduro, com 67, 69% dos votos, batendo recorde na toda história política de la pátria grande de Bolívar, a Venezuela, pois nenhum presidente deste país foi eleito com essa percentagem.

Durante toda campanha, o presidente Maduro afirmou e reafirmou que vai melhorar a economia, dando o bom futuropara Venezuela, lutando contra as máfias económicas, e fazer justiça pelas vítimas das manifestações violentas da oposição fascista. Como ele mesmo afirmou, que muita gente subestimou ele, mas a vitória chegou. Do mesmo, a mídia tradicionalista da direita com uma hegemonia grande, fazendo mentiras, sempre falando do lado negativo da Venezuela, enquanto o lado positivo do governo bolivariano é escondido, vai ser surpresa com a subida da economia venezuelana, com a força de um presidente estratégico, quando ele prometeu pacificar o país com a constituinte, promessa cumprida, uma vez eleita, a paz voltou. Agora a economia vai subir.

Ao império norte americano, potência da merda e seus aliados europeus e latinos americanos malditos(Colômbia com uma pobreza extrema, a Argentina com uma economia fracassada por culpa de Macri, o golpista de Temer no Brasil, o Peru com uma administração corrupta, a Chile com um presidente eleito, porém empresário oportunista, etc...) que acham que o presidente Maduro vai cair após um ano, vão ser surpresos com a parceira da China, da Rússia, da Turquia e do bloco Africano unido, pois o mundo não é mais unilateral, mas multilateral, isto tem que ser entendido pelo conservadorismo capitalista, racista e imperialista. Quem sabia que o regime da Síria deveria sobreviver 5 anos da guerra com a ajuda da Rússia e Irã. O futuro vai ensinar a esses pretendidos especialistas em ciências políticas que começam a dar profecias '' satânicas'' após a vitória.

Viva o presidente Maduro reeleito com uma transparência impecável!!!

Viva o Chavismo, ideologia nobre para a liberação dos povos da dominação
maldita do Estados Unidos e seus aliados.

Viva la Pátria Grande de Bolívar!!!!

Donald Trumps e Robert Bush

Pesquisadores norte-americano de Massachusetts em Geopolítica

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