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Martigny (Suiça) - O embaixador angolano na Confederação Helvética (Suiça), Osvaldo dos Santos Varela, destacou os esforços do governo no processo de reconstrução nacional, visando a melhoria das condições de vida da população.

 
 
 
 

Embaixador angolano na Suíça felicitado pelo 11 de Novembro

Foto: Foto Cedida

O diplomata intervinha sábado num jantar de gala para a comunidade angolana residente na Suiça, em comemoração dos 40 anos da proclamação da independência nacional, na localidade de Martigny.

Depois de fazer uma panorâmica sobre o percurso e o engajamento dos angolanos na luta de libertação nacional que culminou com a independência, realçou os ganhos alcançados, sobretudo após os acordos de paz assinados no dia 4 de Abril de 2002.

Disse que povo angolano desfruta neste momento dos ganhos da paz, sublinhando a reconciliação nacional, o aprofundamento da democracia e a consolidação do Estado democrático e de direito.

Afirmou que com a livre circulação de pessoas e bens , fruto da paz efectiva que se vive em Angola, o Executivo angolano liderado pelo Presidente da República, José Eduardo dos Santos, criou vários programas de desenvolvimento sócio-económicos.

Neste âmbito, realçou a construção de muitas infraestruturas em todo o país, nomedamente estradas, pontes, hospitais, escolas, portos, aeroportos, caminhos de ferro, barragens, linhas de transporte de energia, eléctrica, sistemas de captação e tratamento de água e milhares de casas.

Segundo o embaixador Osvaldo Varela, estes feitos conseguidos nos últimos 13 anos de paz revelam o esforço e a preocupação do governo para com o desenvolvimento do país, tendo deste modo apelado a contriubuição de todos os cidadãos nesta árdua tarefa, independentemente das suas convicço?s políticas.

No plano económico, disse que apesar dos constrangimentos criados com a queda do preço do barril de petróleo,  principal fonte de receita do Estado, o governo conseguiu manter a estabilidade macroeconómica, o funcionamento regular da administração pública e dos sectores sociais, da defesa, segurança e ordem interna.

Afirmou que o Executivo está a implementar políticas que visam aumentar a produção interna com o objectivo de reduzir as importações e alcançar a auto-sufiência alimentar.

No plano internacional, sublinhou que Angola granjeou um grande prestígio, graças as políticas acertivas do Executivo. 

Referiu a presença de Angola no Conselho de Segurança da ONU, como membro não-permanente, a presidência da Conferência Intenacional da Região dos Grandes Lagos e o seu papel na SADC e CPLP.

 

Via Angop

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