Publié par fara

Por Nelson Marques

O problema dos refugiados, está na origem e é aí que deve ser resolvido.

Não é preciso ser-se muito inteligente, para se concluir que a Europa não pode fazer uma total abertura das fronteiras aos migrantes/refugiados (com risco de rebentar pelas costuras), apesar de ser esta mesma Europa e os seus políticos/governantes, os responsáveis por esta grande calamidade.

Portanto, é necessário agir-se sobre as causas e não apenas sobre os efeitos. Isto sim é bem mais inteligente e sensato.

A Europa, deve agora colocar o problema a um outro nível: na adopção de políticas justas, corajosas e concretas que ajudem os refugiados nos seus países de origem, no desenvolvimento sociopolítico e na superação dos conflitos internos.

Não nos podemos esquecer que os Europeus são em grande parte, culpados por esta situação e estão agora a colher os frutos do que semearam. Porque apoiaram incetivaram e até participaram na chamada “primavera árabe” e depois a dada altura, recuaram e deixaram ao abandono o espírito inicial dessa tal “primavera”, assim os Europeus devem ser responsabilizados pelo que fizeram.

O envolvimento político da Europa, França e Inglaterra, foram alguns dos países da UE, que muito se empenharam na desestabilização e nos conflitos da zona de proveniência destes refugiados, como por exemplo da Líbia, Síria, Iraque, Iémen ou na Eritreia e que obriga agora a Europa a se empenhar de forma vigorosa, na ajuda às centenas de milhares de pessoas que chegam à Europa, refugiadas destes conflitos.

- Assim, toda a Europa está a sofrer hoje, as consequências do ditado: “quem semeia ventos colhe tempestades”.

O problema dos refugiados, está na origem e é aí que deve ser resolvido.
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