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Por Nelo de Carvalho

O MPLA com o seu intelectualismo herdado de Agostinho Neto deu-se bem até que o homossexualismo surgiu em Angola.

Não seria exagero dizer que o partido de Agostinho Neto encabeçou e protagonizou os melhores eventos da cultura nacional, sem vícios e sem estranhezas.

O próprio Agostinho Neto é tido como um pai promotor da nossa cultura. Até então nos sentíamos orgulhosos de sermos angolanos, homens e mulheres.

Com o sistema corrupto implantado em Angola coisas estranhas na identidade do Angolano têm acontecido, ou alguém tenta forjar uma identidade diferente.

A corrupção tudo oferece, desde que não seja a contestação do regime, tudo passou a ser válido. Usar os vícios para distorcer tendências e hábitos, e os próprios propósitos da juventude, é uma técnica velha usada nas sociedades capitalistas corrompidas, que consiste em fazer com que a sociedade se esqueça dos verdadeiros problemas que enfrentamos.

A corrupção em Angola tem um jardim, uma árvore e finalmente um ninho, habitado por parentes e amigos de quem dirige esse país.

O beijo gay que agora nos oferecem, presente vindo da família Dos Santos, não era ainda um problema fundamental da sociedade angolana, até ontem. Mas de hoje em diante passa ser, mais algo a ocupar a cabeça de milhões ou milhares de jovens angolanos.

Por incrível que pareça, o estimulo ao homossexualismo veio de onde menos devia vir. Mas não foi algo programado para desferir ou fazer desacreditar uma tendência ideológica ou cultural, ainda que assim pareça ou tenha esse propósito.

O beijo gay era o que faltava para assim dizermos: se hoje ainda não somos governados por homossexuais em breve seremos. Vamos torcer, rezar e orar para que isso não aconteça.

Nossa Senhora da Múxima que ouça nossas preces! Salve pelo menos o que sobrou de nós: o sonho de que no futuro nos sobre alguém com capacidade integral para nos governar.

Existem suspeita que determinados indivíduos da atual casta Presidencial possivelmente estejam sendo preparados para governar esse país. Entre os preparados há aquele que já começou a tomar conta do dinheiro Angolano, uma espécie de preparo para ir ganhando reputação e elogios dos incautos.

É pensando nisso, e no que agora a TPA 2 nos ofereceu, e que podemos nos perguntar: devemos continuar a aceitar que esse ninho de criaturas viciadas sejam protagonistas da historia de Angola. Não seria de mais aceitar que um bebe gay futuramente nos governe?

O beijo gay em Angola não chega ser o resultado de uma manifestação cultural; é mesmo vício, corrupção e bandidagem.

Se ainda tínhamos duvidas, agora, não podemos mais ter. E com relação a dúvidas, não vi em nenhum momento, aqui nas redes sociais, os soldados bajuladores, desde as trincheiras que ocupam, levantarem as cabeças em defesa da cria presidencial.

O beijo gay prova o esforço irracional dentro do MPLA, entre os seus militantes, de se defender a todo custo o que vem das entranhas desse partido: a podridão. Explicamos:

Quando o fato ou evento tem um grau de sutileza adequado, ainda que seja um desastre, por quem o protagonizou, vindo daquele ninho infestado de mal caráter, defender a qualquer custo para a militância se torna possível, digno e honrado. O esforço, colossal ou não, leva a convencimento. Até mesmo por tradição. Afinal, o MPLA sempre se apresentou como o fenômeno que leva e ostenta o patrimônio de toda a verdade, mesmo quando o ato carece de qualquer virtude.

Será que desta vez, o MPLA versus Bajulação vão nos dizer que podemos adotar o estilo de vida, por exemplo, de um Coreón Du; já que este é o grande exemplo para a juventude Angolana, vindo do ninho presidencial; como andaram, uns tempos atrás, os bajuladores propagandeando sobre a milionária gatuna Isabel dos Santos?

É que no último personagem o que não faltam é dúvidas e sutilezas sobre a riqueza acumulada. Sobre o “Grande” Coreón Dú, alguém tem dúvidas de sua homossexualidade?

Fonte: facebook/Nelo de Carvalho

"O beijo gay prova o esforço irracional dentro do MPLA", Imagem do Facebook

"O beijo gay prova o esforço irracional dentro do MPLA", Imagem do Facebook

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