Publié par fara

O prejuízo histórico de 47,3 mil milhões da instituição exige um reforço "substancial" dos seus capitais. Como os accionistas não avançaram com o dinheiro, avançou Massano com "medidas extraordinárias de saneamento" do maior banco angolano.

Entre a noite de quarta-feira, 30 de Julho, e a manhã de segunda- -feira, 4 de Agosto, o Banco Espírito Santo Angola (BESA) viveu talvez os cinco dias mais alucinantes da sua vida de pouco mais de 12 anos, iniciados em 2002.

Na quarta-feira à noite, o Banco Espírito Santo (BES) anunciou em Lisboa que o BESA havia registado um prejuízo de 355,7 milhões euros o equivalente a 47,3 mil milhões Kz, provavelmente o maior prejuízo da história económica de Angola.

Na segunda-feira de manhã, José de Lima Massano, governador do Banco Nacional de Angola (BNA), chamou a imprensa à sede do banco, na Marginal de Luanda, para comunicar a adopção de medidas extraordinárias de saneamento do BESA, incluindo a nomeação de dois administradores provisórios com poder para vetar quaisquer decisões dos accionistas, da administração ou de qualquer outro órgão deliberativo do banco, e a revogação da garantia prestada ao banco pelo Estado angolano.

O BES justificou o prejuízo da sua filial angolana no primeiro semestre de 2014, em parte, com o reforço em 40,3 mil milhões Kz das provisões para créditos de cobrança duvidosa imposto pelo BNA.

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Via Expansão

BNA intervenciona BESA após maior prejuízo da história de Angola
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